Todos movidos por um ideal…
As cooperativas sempre desempenharam um papel fundamental na estruturação do setor agropecuário no Brasil, contribuindo para a fixação do homem no campo e para a melhor distribuição da renda.

Para o produtor, as cooperativas representam a melhor forma de organizar e comercializar a produção, pois através delas ele tem seu poder de negociação aumentado, consegue agregar valor aos seus produtos, tem remuneração garantida e a certeza da distribuição justa dos lucros.

Por todas essas razões o sistema cooperativista tem uma enorme relevância social. No caso do leite, a importância das cooperativas é ainda maior, pois o setor, tradicionalmente pulverizado, é constituído por milhares de produtores — a maioria deles pequenos e médios — que, sozinhos, não teriam como enfrentar o mercado.

Cooperativismo é sucesso mundial
O cooperativismo é uma “filosofia” que se encontra presente em mais de 100 países no mundo todo. No setor rural, o sistema cooperativista representa mais de 20% de todos os produtores do planeta, o equivalente a 60 milhões de cooperados, sendo o ramo cooperativista que apresenta os maiores índices de crescimento em nível mundial.

Não é à toa que em diversos países do mundo, onde a indústria láctea é até mais consolidada que a brasileira, o leite passa pelas cooperativas de produtores antes de chegar ao consumidor. Nos Estados Unidos, cerca de 89% do leite é captado por cooperativas; na Austrália esse percentual chega a 80%; na Dinamarca as cooperativas controlam 90% da captação; e na Nova Zelândia, 95%.

Diretoria é formada por cinco produtores
A Cooperativa é regida por um estatuto social e administrada por uma diretoria formada por cinco produtores, que coordena e acompanha todas as atividades da empresa, desde a admissão dos pecuaristas e a captação do leite, até a comercialização dos produtos. A diretoria é escolhida por eleição pelos associados da entidade, em pleito que acontece a cada três anos.

Todo associado é dono da Cooper

Como entidade cooperativista, a Cooper não tem um único “proprietário”. Todos os seus associados são “donos” e dividem entre si os lucros obtidos. Anualmente, sempre no terceiro sábado do mês de março, a entidade realiza sua assembléia geral para prestação de contas aos associados e discussão dos assuntos de interesse da classe. Os produtores têm vez e voz na reunião e todas as decisões acontecem de maneira democrática.